A pedidos, minha amiga Ana Cristina Toledo, ex-engenheira, mãezona por toda a eternidade e atual professora de yoga, enviou uma série básica de respiração para os leitores deste Blog. Daquelas fáceis de fazer e que não tomam muito tempo. Mas, se por acaso você achar que a série proposta é longa demais, está mesmo na hora de desacelerar um pouquinho e seguir as dicas da Ana...
Além de induzir a um profundo relaxamento e tranqüilidade mental, a yoga ajuda no aumento da concentração e da percepção interior. Uma das práticas da Yoga é o Pranayama que engloba os exercícios respiratórios. O primeiro benefício ao praticá-los é a reeducação dos músculos respiratórios, ampliando e melhorando a absorção do oxigênio. Depois, eles atuam em nossas emoções, trazendo equilíbrio e harmonia interior. Os pranayamas também melhoram nossa energia.
Como diria a cantora Joyce, em Monsieur Binot: respirar bem fundo e devagar, que a energia está no ar…
Seguem abaixo, uma introdução escrita pela Ana e o passo-a-passo dos exercícios.
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A seguinte série não tem por objetivo o controle da respiração. No início, a observação da própria respiração já é um ganho, uma vitória. A agitação do cotidiano nos empurra adiante, extinguindo a nossa percepção do instante presente. Estamos sempre pensando no que iremos fazer e no que esperam que façamos... Por isso, ao observarmos a respiração, conseguimos trazer _ ainda que por pouco tempo no início _ nossa atenção para o que está acontecendo AGORA, para a nossa realidade.
Para que haja uma evolução neste processo é importante que nosso corpo esteja preparado para acompanhar a nossa vontade. Desta forma, sugiro também alguns exercícios de fortalecimento e abertura da nossa região torácica. Quanto mais aberto e potente nosso tórax, mais eficientemente conseguiremos realizar nossos ciclos respiratórios, ou seja, naturalmente mais profundos e ritmados.
Observação importante: a respiração deve ser feita somente pelo nariz.
1) Deite na cama, de barriga para cima, de tal forma que da região torácica até os pés, o corpo esteja em contato com a cama e a parte superior pendendo da mesma, deixando os braços e cabeça caindo em direção ao chão. Cuidado para não criar tensão no pescoço e garganta. Conte dez respirações e saia da posição.
2) De costas para uma pia (cozinha ou banheiro), segure-a com as mãos firmes e braços esticados. Tente ir abaixando, dobrando os joelhos, até onde for confortável para você. Preste atenção para não subir os ombros na direção das orelhas. Conte até dez, fique em pé de novo e repita o exercício mais duas vezes.
3) Deitado no chão com as pernas dobradas, joelhos juntos, pés bem apoiados e olhos fechados, observe sua respiração durante cinco minutos. Só o fato de estar observando a respiração, isto pode causar uma alteração na mesma. Tente realmente se colocar como mero observador do seu corpo neste momento.

4) Mantendo a mesma posição, inicie um ciclo de inspirações e expirações mais profundas. Observe que os pulmões devem ser completamente cheios começando o movimento pela região mais próxima do diafragma (ver figura) até alcançar a parte mais perto das clavículas. Na expiração, faça o movimento inverso. Esvazie-o completamente da parte superior até a sua base. Mantenha durante cinco minutos.
5) Ao terminar, deite-se completamente no chão podendo apoiar a sua cabeça sobre um travesseiro baixo. Os braços pendem ao lado do corpo com as palmas das mãos viradas para cima. Acomode-se da melhor forma possível para conseguir um relaxamento mais profundo. A cada expiração, vá soltando o corpo dos pés até a couro cabeludo. Permaneça de olhos fechados e respiração normal durante 5 minutos.
Tente executar esta série pela manhã ou ao entardecer diariamente. E não se esqueça: não há conquistas sem esforço. A constância da prática é fundamental.
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Qualquer dúvida, a Ana está super disponível, de coração aberto e respiração tranquila no mail: anactoledo@yahoo.com.br
Namastê.
Além de induzir a um profundo relaxamento e tranqüilidade mental, a yoga ajuda no aumento da concentração e da percepção interior. Uma das práticas da Yoga é o Pranayama que engloba os exercícios respiratórios. O primeiro benefício ao praticá-los é a reeducação dos músculos respiratórios, ampliando e melhorando a absorção do oxigênio. Depois, eles atuam em nossas emoções, trazendo equilíbrio e harmonia interior. Os pranayamas também melhoram nossa energia.
Como diria a cantora Joyce, em Monsieur Binot: respirar bem fundo e devagar, que a energia está no ar…
Seguem abaixo, uma introdução escrita pela Ana e o passo-a-passo dos exercícios.
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A seguinte série não tem por objetivo o controle da respiração. No início, a observação da própria respiração já é um ganho, uma vitória. A agitação do cotidiano nos empurra adiante, extinguindo a nossa percepção do instante presente. Estamos sempre pensando no que iremos fazer e no que esperam que façamos... Por isso, ao observarmos a respiração, conseguimos trazer _ ainda que por pouco tempo no início _ nossa atenção para o que está acontecendo AGORA, para a nossa realidade.
Para que haja uma evolução neste processo é importante que nosso corpo esteja preparado para acompanhar a nossa vontade. Desta forma, sugiro também alguns exercícios de fortalecimento e abertura da nossa região torácica. Quanto mais aberto e potente nosso tórax, mais eficientemente conseguiremos realizar nossos ciclos respiratórios, ou seja, naturalmente mais profundos e ritmados.
Observação importante: a respiração deve ser feita somente pelo nariz.
1) Deite na cama, de barriga para cima, de tal forma que da região torácica até os pés, o corpo esteja em contato com a cama e a parte superior pendendo da mesma, deixando os braços e cabeça caindo em direção ao chão. Cuidado para não criar tensão no pescoço e garganta. Conte dez respirações e saia da posição.
2) De costas para uma pia (cozinha ou banheiro), segure-a com as mãos firmes e braços esticados. Tente ir abaixando, dobrando os joelhos, até onde for confortável para você. Preste atenção para não subir os ombros na direção das orelhas. Conte até dez, fique em pé de novo e repita o exercício mais duas vezes.
3) Deitado no chão com as pernas dobradas, joelhos juntos, pés bem apoiados e olhos fechados, observe sua respiração durante cinco minutos. Só o fato de estar observando a respiração, isto pode causar uma alteração na mesma. Tente realmente se colocar como mero observador do seu corpo neste momento.

4) Mantendo a mesma posição, inicie um ciclo de inspirações e expirações mais profundas. Observe que os pulmões devem ser completamente cheios começando o movimento pela região mais próxima do diafragma (ver figura) até alcançar a parte mais perto das clavículas. Na expiração, faça o movimento inverso. Esvazie-o completamente da parte superior até a sua base. Mantenha durante cinco minutos.
5) Ao terminar, deite-se completamente no chão podendo apoiar a sua cabeça sobre um travesseiro baixo. Os braços pendem ao lado do corpo com as palmas das mãos viradas para cima. Acomode-se da melhor forma possível para conseguir um relaxamento mais profundo. A cada expiração, vá soltando o corpo dos pés até a couro cabeludo. Permaneça de olhos fechados e respiração normal durante 5 minutos.
Tente executar esta série pela manhã ou ao entardecer diariamente. E não se esqueça: não há conquistas sem esforço. A constância da prática é fundamental.
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Qualquer dúvida, a Ana está super disponível, de coração aberto e respiração tranquila no mail: anactoledo@yahoo.com.br
Namastê.
