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Segunda-feira, Outubro 12, 2009

Mãe preocupada, eu?!

Sexta-feira à tarde, o telefone tocou e quando li no visor do aparelho o nome da escola do meu filho, já senti aquele aperto no coração. Quando o diretor da escola me explicou que houve um incidente, eu entendi, óbvio, acidente.

Confusão desfeita, coração de mãe calmo novamente, eu fiquei a pensar como me deixei levar pela a aparência da situação tão facilmente. Quem tem filho sabe, a gente vive de alerta!

Mas o fato é que esta preocupação excessiva não leva a nada, como eu mesma comprovei. Antecipar negativamente os acontecimentos só leva ao sofrimento e não ajuda de fato a situação real.

O floral Red Chestnut (Bach), na foto, traz a confiança interior que nós, mães, loucas de amor por nossos filhos, precisamos para estar em paz com o desenrolar dos acontecimentos.

No caminho deles sempre vai ter uma pedra. Ou galhos, buracos, depressões. Isso é fato. Mas se olharmos pela perspectiva de que são desafios que os farão crescer, amadurecer e se desenvolver espiritualmente, acho que fica mais fácil. E mesmo quando nosso lado super-hiper-protetor fica tentado a agir, o melhor é estar em equilíbrio. Ansiedade por si só, além de ser um tormento mental, drena nossa energia e nada faz para ajudar de fato.

A maior ajuda que podemos dar é transmitir pensamentos calmos e amorosos para eles que, mesmo tropeçando um pouco, vão conseguir. E se fortalecer.

Não se deixe levar pelas aparências. Um coração tranquilo é o melhor que podemos dar aos nossos filhos.


Nota: O incidente foi que um menino furou a fila na frente do meu filho e quando este tentou explicar que ele não podia fazer isto, ele simplesmente deu um tapa de mão aberta no rosto do meu filho. E bem na hora que o diretor da escola passava pelo corredor. Os amigos ficaram revoltados e quando já davam sinais de uma pequena rebelião em defesa do meu filho, os dois foram tirados de cena, rumo à diretoria. A nova política da escola é a de ligar tanto para a casa do agressor quando para a casa do agredido. E acho que esta agressão gratuita já dava outro post, não?



7 comentários:

alegria de viver disse...

Olá querida
Quando nos transformamos em mães a preocupação passa a ser o primeiro obstáculo para a sensatez.
Mas não se assuste é saudavel.
Com muito carinho BJS.

Mimirabolante disse...

Com certeza.....e é uma boa política !!!Só imagino vc......bjcas

Alegria, alegria! disse...

Estou cada vez mais adorando este blog!

tati miranda disse...

Poxa Carol que situação?!!! Mas acredito que ser mãe deve ser isso mesmo, proteção e mimo sempre que se pode né? claro, acho tambem que deixar que o filho ande com as proprias pernas é sempre bem educativo! beijo

Cristiane A. Fetter disse...

Tô sumida mesmo Carol, mas é que estou me adaptando a nova rotina do filhote.
Sou pisciana e verspertina, então já viu o sacrifício de ter que acordar cedo e viver pela parte da manhã, rs.
Eu deveria tomar baldes deste floral, mas tenho uma coisa de bom, eu deixo meu filho experimentar as coisas, agora quando o telefone toca, eu caio para trás, rs.
bjks

Soraya disse...

Sabe quando você lê algo que parece que é pra você naquele exato momento...então foi a sensação que tive ao ler seu texto.
Me deu um alívio de saber que não sou só eu que sofro de hiper proteção......
Estou precisando muito de confiança interior nesse momento da minha vida.
Agradeço seu lindo e confortante texto.

Karin Fromm disse...

Ai Carol, que difícil! Eu já sofro se alguma criança maior não quer brincar com o F. Imagina uma briga?
Meu beijo com carinho para vc e o Antonio!