segunda-feira, março 01, 2010

E agora, pra onde ir?

Com a experiência (será?) de três profissões diferentes até hoje (comecei como engenheira, passei pelo jornalismo e no momento sou terapeuta floral há vários anos) percebo que muita gente passa pelo mesmo dilema.

Diploma na mão, carreira de vento em popa, insatisfação no peito latejando... O quê fazer? Ou então, o filho cresceu e abriu aquela brecha enorme na sua agenda e você não sabe como utilizar o tempo de maneira útil ou prazerosa. Pra que lado ir? A resposta pode não parecer simples mas existe: mude. Arrisque. Corra atrás do que te faz feliz. Sempre é possível desviar do caminho previsível e mudar de rumo.

E, pra piorar a situação, a pessoa não tem nem noção de que direção seguir. O que estudar? O que fazer? Como começar de novo?

Existe uma pequena gama de florais que ajudam a despertar talentos e vocações, além de direcionar aqueles que não sabem que caminho seguir na vida e se sentem perdidos, como o Wild Oat (Bach), Silver Princess (Austrália), na foto, e o Iris (Califórnia).
São essências que ajudam no avivar nossos desejos e habilidades interiores, permitindo mais clareza nas decisões e metas a serem atingidas na vida. A conseqüência é motivação e para correr atrás dos objetivos e ter a satisfação de alcançá-los. Quem quiser saber mais detalhes, escreva.

Nem sempre a situação financeira permite que você faça isso neste exato momento. Contas a pagar, prestações de apartamento, filhos na escola. Mas, não desista! Pra despertar seu ânimo, leia abaixo o depoimento de quem abandonou a mesmice, o medo, foi visitar outras paisagens e adorou o que viu por lá!


Daniel K, de jornalista a empresário da noite: Meu sonho sempre foi trabalhar com música. Quando escolhi fazer comunicação, foi pensando em trabalhar com crítica musical. O problema foi que, depois de dois anos trabalhando em redação, não conseguia me acostumar com horários pré-estabelecidos. Não me conformava em ter que estar presente na redação mesmo com todo o trabalho do dia pronto. Além disso, já ganhava mais dinheiro como DJ e produtor de festas e shows. Graças a algumas conjunções do destino, me senti seguro para mudar de rumo e apostar em empreendimentos próprios. Mesmo assim, com muitos ventos a favor, foi uma decisão, eu me lembro, bem difícil e cheia de apreensões. Mas hoje em dia não me arrependo nem um pouco. (Daniel Koslinsk é sócio da Casa da Matriz, do Teatro Odisséia, da Drinkeria Maldita e do Casarão Cultural dos Arcos. Também é um dos fundadores do bloco Empolga às 9).


Ana Cristina Toledo, de engenheira a professora de yoga : Minha maior dificuldade no processo de troca de profissão foi a sensação de "tempo perdido". Levei algum tempo para perceber que todo o caminho que eu havia percorrido é que me trouxe onde estou hoje. Eu me formei em Engenharia de Computação na PUC, trabalhei durante anos nesta área com sucesso. Nasceu a minha filha e continuei trabalhando. Porém, após o nascimento do meu segundo filho, não consegui me ausentar mais de casa. Felizmente, tive a opção de escolha e decidi permanecer em casa. Hoje em dia, após praticar Yoga durante algum tempo, tive a oportunidade de me tornar professora. Foi um acontecimento totalmente inesperado. Porém, através do estudo das escrituras hindus e da vivência da prática, aprendi que temos que nos deixar levar pela corrente dos acontecimentos e estar atentos para as chances que aparecem. Sem preconceitos."