sexta-feira, julho 30, 2010

Uma nova perspectiva

Durante meus maravilhosos dias de férias no Brasil, tive a oportunidade de estar com uma amiga querida com quem eu não me encontrava há mais de vinte anos fisicamente. Sim, porque neste período em que ela esteve na Dinamarca e eu no Brasil e, agora, no Canadá, trocamos muitos mails, alguns telefonemas mas, principalmente, mantivemos um laço de afeto e afinidades impressionante. Prova de que a verdadeira convivência é de almas e não de presença física. O que me gerou muitas reflexões sobre tudo o que nos cerca.

Então, enquanto tento reorganizar a vida de volta ao Canadá, transcrevo um texto do filme Quem somos nós, para inspirar e refletir:


Ao invés de pensarmos nas coisas como possibilidades, temos o hábito de pensar que as coisas que nos cercam já são objetos que existem sem a nossa contribuição, sem a nossa escolha.

Você precisa banir essa forma de pensar, tem que reconhecer que até o mundo material que nos cerca, as cadeiras, as mesas, as salas, os tapetes, não são nada além de possíveis movimentos da consciência. E estou escolhendo momentos nesses movimentos para manifestar minha experiência atual.

É algo radical que precisamos compreender, mas é muito difícil, pois achamos que o mundo já existe independente da minha experiência.

Mas não é assim e a física quântica é bem clara.

O próprio Eisenberg, depois da descoberta da física quântica, disse que os átomos não são objetos, são tendências.

Ao invés de pensar em objetos, você deve pensar em possibilidades.

Se você acreditar com todo seu ser que pode andar sobre a água, isso acontecerá.
Seu cérebro não sabe distinguir o que está acontecendo lá fora do que acontece aqui dentro. Não existe o "lá fora" independente do que está acontecendo aqui dentro.

Leia mais frases extraídas do filme clicando aqui.