segunda-feira, abril 14, 2014

Por onde anda a gentileza do carioca?

Na minha curta e intensa passagem pelo Rio de Janeiro, pude constatar o que os amigos cariocas vêm reclamando há tempos: o trânsito caótico, o custo de vida altíssimo, os péssimos serviços, a degradação da cidade.

Mas me chocou mesmo foi a cara carrancuda das pessoas e a total falta de delicadeza em geral. 

Gentileza passa longe do Rio. Ninguém dá sorrisos, ninguém dá um bom-dia na rua, ninguém abre espaço no trânsito, os pedestres que tomem cuidado e prestem atenção ao atravessar a rua no sinal vermelho. As manobras de carros e motos são selvagens. Sem sinalização ou velocidade adequadas, vale mesmo a lei do mais forte. Ou do mais mal educado, sei lá. Que medo!

Comentei sobre este meu espanto com quase todo mundo que encontrei _ e não foi pouca gente _ e as respostas eram quase sempre iguais: 'você não viu nada', 'aqui ninguém respeita ninguém', 'as pessoas só pensam em si mesmas', 'qualquer coisa é motivo de briga e discussão na rua', 'é mesmo uma tristeza'.

Pensei em tantas mensagens 'fofas' espalhadas em redes sociais sobre amor e gentileza. Mas, vou te contar, para ter valor, gentileza e amor têm que sair das telas e ir para as ruas!

O floral Lantana, de Minas, trabalha a harmonização de grupos. É indicado quando é preciso criar harmonia entre as atitudes individuais e as coletivas. Num grupo ou numa situação, é importante saber ouvir, saber quando se colocar, saber respeitar. Quando as pessoas agem pensando no coletivo e não apenas em sua satisfação ou vantagem própria, a harmonia em volta é mais facilmente atingida. Caso contrário é o caos generalizado sem amor, sem gentileza.


É possível usar o Lantana em gotas ou em sprays. Em casa, em sala de aula, em ambiente de trabalho, em salas fechadas. Quem sabe atingindo um pequeno grupo pra começar, estas pessoas possam contaminar positivamente as pessoas que encontrar e por aí vai.

Mais amor, por favor. O Rio merece.