Cada pessoa, uma história. Aprenda com elas!
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Depois que lemos o livro, eu e meu marido decidimos fazer uma big faxina em casa. Jogamos fora muitas e muitas coisas, desde papéis, até roupas (doadas), livros (doados) e outras cositas - organizamos muita papelada que ainda precisava ser estocada. Por mim, a gente ficaria com o básico, básico. Mas como ele é ainda apegado aos CDs e aos livros, acabamos ficando com algumas coisas. Até as panelas foram para o lixo. 
Foi impressionante, porque logo depois eu mudei de emprego e mudei de casa. Vim para um apartamento melhor, num bairro que gostava mais... um ambiente mais clean. É interessante porque não temos muitos móveis e objetos e assim continuamos. Lembro que na época da limpeza, ainda na casa antiga, sentimos que o 'ar' transitava mais livremente após a faxina.
Na época da mudança também conseguimos realizar a tão esperada viagem para a Europa, que foi ótima, maravilhosa.
Acho que daqui a pouco precisaremos fazer nova limpeza aqui na nova casa, para renovar as energias.
Um pouco depois dei o livro de presente para outras duas pessoas, que se descreveram como pessoas que acumulavam muitas quinquilharias. Ainda não conversei com eles sobre os efeitos, mas sei que já fizeram uma baita limpeza.
Enfim. Adorei o livro e adoro sempre suas dicas.
Na verdade a gente precisa se renovar todos os dias, né?
D. _ Jornalista, 31 anos. Nasceu com alma de ganhar o mundo. Mas bem delicadamente. Leu o livro Arrume sua bagunça com o Feng Shui.
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Depois que recebi a dica do livro (Arrume sua bagunça com o Feng Shui), comprei e comecei a ler de imediato. Sempre fui o tipo de pessoa que se desfaz de muitas coisas facilmente. Roupas e sapatos são o melhor exemplo. Pelo menos duas vezes por ano faço uma faxina no armário e dôo tudo que não me serve mais (seja da maneira que for).
Tenho uma prima adolescente que recebe as "melhores" peças, fora empregada, igreja, bazar da escola do meu filho.... Até as calcinhas vão... parece estranho (meio "nojento") mas uma vez ouvi : "Com certeza ela vai preferir vestir essa a ficar sem nenhuma... e fiquei arrasada de estar jogando no lixo".
Melhor ainda foi ouvir de uma antiga babá do meu filho que recebia as roupinhas e brinquedos dele para o neto: "É por isso que você tem sempre muita coisa... Deus está sempre te dando em dobro..."
Depois que li o livro, percebi que de certa forma era exatamente isso....
Meu problema sempre foram algumas quinquilharias.... que no final acabavam indo pro lixo, mas às vezes demoravam muito. E, depois do livro elas simplesmente nem chegam a ser armazenadas, na hora páro e penso: Preciso disso? Preciso mesmo? E já me desfaço dela na mesma hora. A melhor parte foi não ter mais que parar tudo durante um dia inteiro ou mais pra me livrar daquilo que já poderia não estar mais lá !
Outro ponto pra fechar, sempre foi adiar as coisas... o famoso "Se posso fazer amanhã, por que fazer hoje?" Só que no amanhã sempre aparecia mais alguma coisa e mais outra e mais outra.... E aquilo sempre ficava martelando na minha cabeça... Exatamente com diz o livro.... (não exatamente com essas palavras) " A bagunça/ aquilo que você adiou está sempre te chamando"
Agora, faço sempre tudo o que posso na hora certa, pode até parecer estressante na hora, mas quando deito a noite, não escuto "nada" mais me chamando.... nem mesmo meus filhos que agora dormem mais tranquilos e tenho certeza que é por causa da energia que flui muito melhor em casa!!!
Simone K _ Informata de diploma, designer gráfica e dona de casa por vocação, 35 anos. Mãe de dois meninos e mais um a caminho. Caprichosa, alma zelosa de quem sabe cuidar com amor profundo.
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Sempre fui uma pessoa desorganizada ao extremo, daquelas que acumulava todo tipo de papel porque achava que um dia poderia precisar deles...
Além dos papéis de toda espécie meu armário e mesa de estudo sempre foram uma desordem só. Tudo fora do lugar. E toda vez que precisava de algo, claro, não sabia onde estava e, óbvio, só achava dias depois... Cheguei a proibir faxineiras de entrarem no meu quarto tamanha a bagunça...
Mas em meio a esse caos todo, eventualmente, muito eventualmente MESMO, precisava arrumar a zona. Passava dias nesse árduo processo e prometia pra mim mesma que dali pra frente tudo seria diferente. Só que nunca era.
Até que durante uma dessas faxinas ouvi dois comentários que serviram como mudança radical. Um deles veio de uma tia que disse que quando a gente arruma nossas coisas é sinal de que estamos arrumando também nossa mente. Eu passava por um momento exatamente de faxina mental e percebi que aquela colocação era, de fato, procedente.
Ainda durante essa mesma arrumação um grande amigo comentou, do nada, e à mesa de um bar, que tinha um hábito que trazia da infância - aprendera com o pai. Toda vez que comprava uma peça de roupa, tirava outra do armário. Acho que essa foi a grande lição sobre desapego. Desde então passei a adotar essa prática e passei a ser uma pessoa extremamente organizada. Meu armário hoje é impecável, assim como a mesa do trabalho, a mesa de estudo, a casa ...
Aprendi que o apego, em nenhum aspecto, nos traz vantagens! De que adianta deixar roupas que nunca mais vamos usar em nossas gavetas quando existem milhares de pessoas que podem estar precisando delas naquele momento? Para que guardar papéis realmente desnecessários se sabemos exatamente quais são importante pra nossa existênciac? Desde que mudei meus hábitos observei que mudei igualmente a maneira como encaro a vida. É sério. E o mais legal é compartilhar isso com pessoas que pensam semelhante. Nesse sentido a Carol é um exemplo e foi com ela que dividi muitas dessas experiências! O acúmulo, o apego revelam que estamos presos ao passado ao passo que devemos nos preocupar com o hoje para termos um futuro melhor! O pão nosso de cada dia, afinal de contas. Não o pão nosso de amanhã, do ano que vem, de três anos atrás...
Berenice Menezes _ Jornalista, 32 anos. Niteroiense morando em Brasília. Olhos de calmaria. Alma em ebulição.