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Domingo, Agosto 12, 2007

Sofrimento

Uma amiga minha de colégio perdeu a mãe recentemente, depois de alguns anos de uma doença sofrida. Nos falamos mais por mail já que ela mora na Dinamarca com marido e filhos e eu, no Canadá.

Escrevi estes dias para saber como estavam indo as coisas. Fui consolar e saí consolada. Esta minha amiga é de uma sabedoria, de uma placidez incrível. Eis parte da resposta dela:

"A cada dia aprendo uma nova lição e ultimamente tenho me prendido ao fato de que o drama na vida nada mais é do que uma pedra no sapato. Isso é, fazer uma avalanche, over-estimar um sentimento a respeito de um acontecimento que na verdade faz parte do normal. Choramos por nós, de fato, porque os que se foram cumpriram sua meta por aqui ou pelo menos esgotaram seu tempo, mas nós que ficamos temos a necessidade de chorar, às vezes, demasiadamente, por quem se foi, sem nos darmos conta que, na verdade, sentimos pena de nós mesmos.

Como já deveríamos ter aprendido, pensamentos negativos nos puxam para baixo, nos impedem de prosseguir e se estamos por aqui é porque ainda temos o que fazer. Mais tarde nos veremos de novo, numa nova aventura, numa nova vida."

Segunda-feira, Novembro 27, 2006

Crianças e florais


Muitas mães, a maioria já usando os florais, me perguntam como as crianças reagem às flores. Decidi exemplificar com depoimentos de três mini-clientes pois acredito ser mais eficiente do que qualquer explicação.


" A idéia de ministrar florais para a minha filha de seis anos aconteceu em um período em que ela manifestou uma certa insatisfação com a escola, seus amiguinhos e a rotina das atividades da sua turma. Ela é uma criança tímida porém extremamente carinhosa e receptiva as brincadeiras em geral e, de uns tempos para cá, se queixava de não ser convidada pelos colegas para compartilhar dos jogos no pátio e de não de gostar de algumas brincadeiras, a seu ver, muito sem graça. Também frequentemente deixava-se levar pela vontade de colegas mais autoritários, ou mais extrovertidos, abdicando de fazer atividades mais prazerosas para ela. Com o uso dos florais pude notar que ela conseguiu lidar melhor com estas situações conflitivas. Ela está bem mais amadurecida na relação com os coleguinhas, exteriorizando melhor suas vontades de participar ou não das atividades. Também a vejo mais tranquila, menos angustiada para resolver estes atritos e, principalmente, mais feliz no convívio com os colegas, ou mesmo quando opta em realizar alguma atividade sozinha. Acredito que os florais atuaram bastante no amadurecimento de sua personalidade, que sempre será tímida, porém, com atitudes bem mais conscientes e seguras em relação ao seu convívio em determinado grupo," L., uma mãe adorável de uma menina adorável e que em questões familiares é low profile e prefere não se identificar.

" Até os 6 meses de vida, Gustavo apresentava um sono bastante irregular. Alternávamos noites tranquilas com noites super agitadas, quando ele chegava a acordar de hora em hora! Mais ou menos nessa época, ele foi diagnosticado como "lactente chiador", o que explicava suas noites irregulares. Falei com o pediatra e com a Carol sobre o soninho dele, e ambos me recomendaram os florais de Bach. Gustavo respondeu muito bem à terapia, aliás, adorava tomar as gotinhas por serem docinhas, e em uma semana suas noites foram ficando mais tranquilas. Hoje, com 9 meses, e ainda em tratamento para sua condição de "chiador", dorme por volta de 8 da noite e só acorda às 6 da manhã pra mamar e prolongar seu soninho até às 8. Uma benção!" , Flavia Tanaka, mãe do fofo do Gustavo (e do também fofo do João)

"Teve um momento no ano escolar do meu filho em que ele ficou muito agressivo. Batia nos amigos, ameaçava outras criancas que mal conhecia e desafiava os adultos por qualquer coisa. Melhor do que tratar a agressividade dele, foi descobrir e melhorar as causas que o levavam a se expressar desta forma. Foram três meses de tratamento floral e, se existisse perfeição, eu diria que meu filho esta no melhor momento da vidinha dele. Os florais eqiulibraram todo o resto e trouxeram tambem confiança em outras áreas. Até o sono dele melhorou por tabela. Sou muito grata aos florais", Júlia, mãe do super-Pedro, 5 anos.

Sábado, Julho 29, 2006

Lições de desapego vindas dos outros

Cada pessoa, uma história. Aprenda com elas!

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Depois que lemos o livro, eu e meu marido decidimos fazer uma big faxina em casa. Jogamos fora muitas e muitas coisas, desde papéis, até roupas (doadas), livros (doados) e outras cositas - organizamos muita papelada que ainda precisava ser estocada. Por mim, a gente ficaria com o básico, básico. Mas como ele é ainda apegado aos CDs e aos livros, acabamos ficando com algumas coisas. Até as panelas foram para o lixo.

Foi impressionante, porque logo depois eu mudei de emprego e mudei de casa. Vim para um apartamento melhor, num bairro que gostava mais... um ambiente mais clean. É interessante porque não temos muitos móveis e objetos e assim continuamos. Lembro que na época da limpeza, ainda na casa antiga, sentimos que o 'ar' transitava mais livremente após a faxina.

Na época da mudança também conseguimos realizar a tão esperada viagem para a Europa, que foi ótima, maravilhosa.

Acho que daqui a pouco precisaremos fazer nova limpeza aqui na nova casa, para renovar as energias.

Um pouco depois dei o livro de presente para outras duas pessoas, que se descreveram como pessoas que acumulavam muitas quinquilharias. Ainda não conversei com eles sobre os efeitos, mas sei que já fizeram uma baita limpeza.

Enfim. Adorei o livro e adoro sempre suas dicas.
Na verdade a gente precisa se renovar todos os dias, né?

D. _ Jornalista, 31 anos. Nasceu com alma de ganhar o mundo. Mas bem delicadamente. Leu o livro Arrume sua bagunça com o Feng Shui.
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Depois que recebi a dica do livro (Arrume sua bagunça com o Feng Shui), comprei e comecei a ler de imediato. Sempre fui o tipo de pessoa que se desfaz de muitas coisas facilmente. Roupas e sapatos são o melhor exemplo. Pelo menos duas vezes por ano faço uma faxina no armário e dôo tudo que não me serve mais (seja da maneira que for).

Tenho uma prima adolescente que recebe as "melhores" peças, fora empregada, igreja, bazar da escola do meu filho.... Até as calcinhas vão... parece estranho (meio "nojento") mas uma vez ouvi : "Com certeza ela vai preferir vestir essa a ficar sem nenhuma... e fiquei arrasada de estar jogando no lixo".

Melhor ainda foi ouvir de uma antiga babá do meu filho que recebia as roupinhas e brinquedos dele para o neto: "É por isso que você tem sempre muita coisa... Deus está sempre te dando em dobro..."

Depois que li o livro, percebi que de certa forma era exatamente isso....

Meu problema sempre foram algumas quinquilharias.... que no final acabavam indo pro lixo, mas às vezes demoravam muito. E, depois do livro elas simplesmente nem chegam a ser armazenadas, na hora páro e penso: Preciso disso? Preciso mesmo? E já me desfaço dela na mesma hora. A melhor parte foi não ter mais que parar tudo durante um dia inteiro ou mais pra me livrar daquilo que já poderia não estar mais lá !

Outro ponto pra fechar, sempre foi adiar as coisas... o famoso "Se posso fazer amanhã, por que fazer hoje?" Só que no amanhã sempre aparecia mais alguma coisa e mais outra e mais outra.... E aquilo sempre ficava martelando na minha cabeça... Exatamente com diz o livro.... (não exatamente com essas palavras) " A bagunça/ aquilo que você adiou está sempre te chamando"

Agora, faço sempre tudo o que posso na hora certa, pode até parecer estressante na hora, mas quando deito a noite, não escuto "nada" mais me chamando.... nem mesmo meus filhos que agora dormem mais tranquilos e tenho certeza que é por causa da energia que flui muito melhor em casa!!!


Simone K _ Informata de diploma, designer gráfica e dona de casa por vocação, 35 anos. Mãe de dois meninos e mais um a caminho. Caprichosa, alma zelosa de quem sabe cuidar com amor profundo.

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Sempre fui uma pessoa desorganizada ao extremo, daquelas que acumulava todo tipo de papel porque achava que um dia poderia precisar deles...

Além dos papéis de toda espécie meu armário e mesa de estudo sempre foram uma desordem só. Tudo fora do lugar. E toda vez que precisava de algo, claro, não sabia onde estava e, óbvio, só achava dias depois... Cheguei a proibir faxineiras de entrarem no meu quarto tamanha a bagunça...

Mas em meio a esse caos todo, eventualmente, muito eventualmente MESMO, precisava arrumar a zona. Passava dias nesse árduo processo e prometia pra mim mesma que dali pra frente tudo seria diferente. Só que nunca era.

Até que durante uma dessas faxinas ouvi dois comentários que serviram como mudança radical. Um deles veio de uma tia que disse que quando a gente arruma nossas coisas é sinal de que estamos arrumando também nossa mente. Eu passava por um momento exatamente de faxina mental e percebi que aquela colocação era, de fato, procedente.

Ainda durante essa mesma arrumação um grande amigo comentou, do nada, e à mesa de um bar, que tinha um hábito que trazia da infância - aprendera com o pai. Toda vez que comprava uma peça de roupa, tirava outra do armário. Acho que essa foi a grande lição sobre desapego. Desde então passei a adotar essa prática e passei a ser uma pessoa extremamente organizada. Meu armário hoje é impecável, assim como a mesa do trabalho, a mesa de estudo, a casa ...

Aprendi que o apego, em nenhum aspecto, nos traz vantagens! De que adianta deixar roupas que nunca mais vamos usar em nossas gavetas quando existem milhares de pessoas que podem estar precisando delas naquele momento? Para que guardar papéis realmente desnecessários se sabemos exatamente quais são importante pra nossa existênciac? Desde que mudei meus hábitos observei que mudei igualmente a maneira como encaro a vida. É sério. E o mais legal é compartilhar isso com pessoas que pensam semelhante. Nesse sentido a Carol é um exemplo e foi com ela que dividi muitas dessas experiências! O acúmulo, o apego revelam que estamos presos ao passado ao passo que devemos nos preocupar com o hoje para termos um futuro melhor! O pão nosso de cada dia, afinal de contas. Não o pão nosso de amanhã, do ano que vem, de três anos atrás...

Berenice Menezes _ Jornalista, 32 anos. Niteroiense morando em Brasília. Olhos de calmaria. Alma em ebulição.

Quarta-feira, Maio 03, 2006

E agora, pra onde ir?

Com a experiência (será?) de três profissões diferentes até hoje (comecei como engenheira, passei pelo jornalismo e no momento sou terapeuta floral) percebo que muita gente passa pelo mesmo dilema.

Diploma na mão, carreira de vento em popa, insatisfação no peito latejando... O que fazer? Ou então, o filho cresceu e abriu aquela brecha enorme na sua agenda e você não sabe como utilizar o tempo de maneira útil ou prazerosa. Pra que lado ir? A resposta pode não parecer simples mas existe: mude. Arrisque. Corra atrás do que te faz feliz. Sempre é possível desviar do caminho previsível e mudar de rumo.

E, pra piorar a situação, a pessoa não tem nem noção de que direção seguir. O que estudar? O que fazer? Como começar de novo?

Existe uma pequena gama de florais que ajudam a despertar talentos e vocações, além de direcionar aqueles que não sabem que caminho seguir na vida e se sentem perdidos, como o Wild Oat (Bach), Silver Princess (Austrália), na foto, e o Iris (Califórnia).
São essências que ajudam no avivar nossos desejos e habilidades interiores, permitindo mais clareza nas decisões e metas a serem atingidas na vida. A conseqüência é motivação e para correr atrás dos objetivos e ter a satisfação de alcançá-los. Quem quiser saber mais detalhes, escreva.

Nem sempre a situação financeira permite que você faça isso neste exato momento. Contas a pagar, prestações de apartamento, filhos na escola. Mas, não desista! Pra despertar seu ânimo, leia abaixo o depoimento de quem abandonou a mesmice, o medo, foi visitar outras paisagens e adorou o que viu por lá!


Daniel K, de jornalista a empresário da noite: Meu sonho sempre foi trabalhar com música. Quando escolhi fazer comunicação, foi pensando em trabalhar com crítica musical. O problema foi que, depois de dois anos trabalhando em redação, não conseguia me acostumar com horários pré-estabelecidos. Não me conformava em ter que estar presente na redação mesmo com todo o trabalho do dia pronto. Além disso, já ganhava mais dinheiro como DJ e produtor de festas e shows. Graças a algumas conjunções do destino, me senti seguro para mudar de rumo e apostar em empreendimentos próprios. Mesmo assim, com muitos ventos a favor, foi uma decisão, eu me lembro, bem difícil e cheia de apreensões. Mas hoje em dia não me arrependo nem um pouco. (Daniel Koslinsk é sócio da Casa da Matriz, do Teatro Odisséia, da Drinkeria Maldita e do Casarão Cultural dos Arcos. Também é um dos fundadores do bloco Empolga às 9).

Ana Cristina Toledo, de engenheira a professora de yoga: Minha maior dificuldade no processo de troca de profissão foi a sensação de "tempo perdido". Levei algum tempo para perceber que todo o caminho que eu havia percorrido é que me trouxe onde estou hoje. Eu me formei em Engenharia de Computação na PUC, trabalhei durante anos nesta área com sucesso. Nasceu a minha filha e continuei trabalhando. Porém, após o nascimento do meu segundo filho, não consegui me ausentar mais de casa. Felizmente, tive a opção de escolha e decidi permanecer em casa. Hoje em dia, após praticar Yoga durante algum tempo, tive a oportunidade de me tornar professora. Foi um acontecimento totalmente inesperado. Porém, através do estudo das escrituras hindus e da vivência da prática, aprendi que temos que nos deixar levar pela corrente dos acontecimentos e estar atentos para as chances que aparecem. Sem preconceitos."

Adriana Pio, de engenheira química a tradutora: Depois de quatro anos como engenheira, fui surpreendida com a mudança da empresa para São Paulo. Casada há um ano com marido bem empregado, pedi demissão e optei pelo mestrado. Fiz os créditos já grávida e minha filha nasceu no dia da minha última prova. Antes que ela completasse um ano, meu marido foi transferido para São Paulo! Encarei a mudança, a cidade desconhecida e o novo trabalho na área comercial. Mas não encarei o diagnóstico de depressão infantil que recebi do pediatra e da escola depois de um ano inteiro de muita correria e culpa. Culpa porque era a primeira a sair do escritório, culpa porque era a última a chegar em casa, culpa porque quando saía de manhã minha filha ainda estava dormindo, culpa porque quando eu chegava à noite minha filha e meu marido já estavam dormindo, culpa quando ia ver clientes porque não fazia as unhas há semanas, culpa porque saía sábado de manhã cedíssimo para fazer as unhas uma vez por mês (e não ficava em casa com a família), culpa porque estava ficando gorda e mole porque só fazia ginástica um sábado por mês, culpa quando ia para ginástica um sábado por mês (e não ficava com a família, nem fazia as unhas, nem ia ao supermercado e a geladeira fazia eco de tão vazia). CULPA.
Pedi demissão no dia em que recebi a confirmação do diagnóstico de depressão da minha filha. Resolvi, então, além de cuidar dela, retomar os estudos e fazer um curso de tradutor e intérprete. Era a terceira vez na minha curta vida profissional que encarava um novo desafio. Comecei com traduções técnicas e montei um pequeno escritório em casa. Agora trabalho full time com tradução. De madrugada, depois que TODOS já dormiram, de manhã depois de levar as crianças para a escola, laptop na biblioteca do clube enquanto elas nadam (isso mesmo, agora são duas!) e em outros horários pouquíssimo ortodoxos.
Mas atualmente eu consigo acompanhar a rotina da minhas meninas, ir às reuniões da escola e do curso de inglês, apresentações de ginática olímpica, competições de natação, consultas médicas, terapias, dentista, fono, etc... e ainda faço as unhas, voltei a jogar voleibol e ...trabalho!

Quarta-feira, Abril 26, 2006

Para transcender: yoga

Praticante de hatha yoga há cinco anos, Nana Lima é instrutora de yoga integrativa formada pelo Centro de Yoga Montanha Encantada, em Santa Catarina. Começou sua trajetória como mestre dando aulas para crianças e hoje ensina a gente todas as idades na Academia Humaitá Fisio Fitness, na Academia Forma Total e no Residencial Lagoa, no Rio de Janeiro.

Quem a conhece pessoalmente, sabe como a Nana é uma graça de pessoa. Eu sou fã. Leia o que ela tem a dizer sobre a prática:

"Yoga, para mim, já deixou de ser uma prática, é minha forma não- dualista de viver , pensar, agir e enxergar o mundo. Yoga é o caminho, o veículo e o destino; é uma tecnologia física e psico-espiritual que culmina no êxtase da auto-realização, através da união do eu individual com o Supremo Si mesmo, que tendem a se afastar a medida em que nos apegamos ao mundo material seguindo nossos desejos e aversões. O Yoga é a estrada de volta para aqueles que anseiam por se fundirem na plenitude de onde promanaram, é a ponte entre a ignorância e a sabedoria que nos conduz à elevação e à transcendência da consciência a um estado de plenitude e de liberação; é a integração total do Ser. "

E como se não bastasse, ainda faz umas bijouxs lindas de morrer!

Segunda-feira, Janeiro 16, 2006

Uma nova visão do mundo através da yoga

O Nirvana, inaugurado em outubro de 2004 pela professora de ioga Isabela Fortes (foto) e pelo empresário Marcos Wettreich, é um centro de bem-estar que reúne atividades físicas, terapias, massagens, serviços de spa e alimentação saudável. Um tratamento de corpo, mente a alma. Tudo a ver com este Blog aqui.

Depois de morar no Ashram de Meditação Siddha Yoga em Ganeshpuri, India, Isabela viu sua vida se transformar e hoje tem uma nova _ e bela _visão do mundo que ela, generosamente, divide com todos nós.

"A yoga mudou completamente a minha maneira de ver o mundo, aprendi que pode ser que não tenhamos a capacidade de mudar o mundo lá fora, mas temos total controle para mudar a maneira como enxergamos e reagimos aos eventos. E isto é a chave da felicidade. O Nirvana nasceu de um sonho, eu tive que dar a volta ao mundo, morar em um mosteiro, acampar nos himalaias para aprender que
o que estava procurando estava dentro do meu coração, e o Nirvana é um local onde eu posso dividir um pouco do que aprendi com os alunos. Onde os alunos possam usar o tempo lá dentro para se esquecer do mundo lá fora sem ter que fugir de suas vidas, pelo contrário, é permitir que eles se renovem, para voltar para o mundo lá fora pessoas melhores, profissionais melhores, amigos melhores, mais felizes e em paz consigo mesmo."

Quinta-feira, Janeiro 12, 2006

A yoga como caminho de vida

Umas das sócias da linda grife de roupas para yoga, Sementeira, Camila Bezerra conta como foi seu encontro com esta prática e como sua vida mudou depois disso. Para muito, muito melhor.

"Ter encontrado o yoga (ou a ioga, não importa) foi como se eu tivesse instalado um grande “filtro” na minha vida: através do auto-conhecimento, repensei a minha alimentação, os lugares que freqüento, as minhas companhias, o que falo, o que penso e o que pretendo. Comecei a prestar mais atenção em mim e, a partir daí, também às pessoas à minha volta. É o bom e velho “quero mudar o mundo”. Fiquei tão encantada e fã, que decidi mudar também o meu caminho profissional. Há dois anos, pedi demissão de uma carreira estável em publicidade e abri a Sementeira, uma grife de roupas e acessórios inspirados no yoga, onde as estampas contam sempre com alguma mensagem positiva. Acredito fielmente que é
a paz interior de cada um de nós que vai construir um mundo melhor."