O primeiro site brasileiro de consultas florais online

Seja bem-vindo!
Mostrando postagens com marcador desapego. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador desapego. Mostrar todas as postagens

Domingo, Fevereiro 08, 2009

Analogia

Há duas semanas fiz uma boa faxina no meu armário e me desfiz de muita coisa sem utilidade mas que eu guardava somente porque eram:

  • Roupas boas e que tinham custado caro (e que eu já não usava mais há tempos)
  • Roupas guardadas para “o caso de” (e que eu já não usava mais há tempos)
  • Roupas em bom estado (e que eu já não usava mais há tempos)

Além do alívio que senti ao ver que podia viver sem elas (sim, eu sou dona das minhas coisas mas minhas coisas NÃO são donas de mim), percebi que, com o armário mais vazio e, consequentemente, mas organizado, reencontrei peças queridas mas que estavam perdidas embaixo das outras.


Fiquei pensando… se isto acontece no nível físico será que não é o mesmo com nossas emoções? O quanto de nós não fica bagunçado por excesso, pelo acúmulo do desnecessário? Quanta coisa boa escondida embaixo de outras nem tanto?

Sentimentos que já deveriam ter sido descartados faz anos continuam ali, ocupando espaço, drenando energia e impedindo que o que de fato gostamos venha à tona. Manter o excesso emocional dá um desgaste danado e, convenhamos, deixa a gente no negativo.

Limpar, doar, reciclar, organizar não deve se ater somente aos armários. Faça o mesmo com seu coração, com a sua alma. Você perceberá que livrar-se daquelas idéias antigas, das lembranças negativas, das crenças ultrapassadas e que te impedem de viver plenamente dá um alívio danado.

Ressentimentos, mágoas, tristezas e raiva tiram a atenção do que realmente vale a pena. Abra espaço para o afeto, o amor, a esperança, a alegria de viver. O desapego emocional permite uma vida mais leve. Experimente.

Terça-feira, Setembro 30, 2008

Satisfação garantida

"O poder das rosas e dos florais é realmente surpreendente. Faz quinze dias que nos escrevemos pela última vez e estou bem melhor desde então.

Usei o óleo de rosas, a água de rosas e os florais que você me receitou. Eles certamente me ajudaram a ver as coisas mais claras e a aprender a lidar com o sentimento de perda. Por vezes ainda fico triste, sinto falta do meu ex-namorado mas aquela sensação de sufocamento e vontade de chorar sem parar passaram. Nada que o tempo não resolva, não é mesmo?

' I can see clearly now the rain is gone '... Ao menos, assim me parece agora.

O livro da bagunça/feng shui chegou ontem e comecei a ler. Ainda não tive coragem de começar a organizar minhas gavetas, armários, papéis e etc. Isso deve significar alguma coisa, não é mesmo? Talvez meu coração e mente ainda estejam bagunçados... Mas a mesa e os e-mails do trabalho já estão limpinhos. Comecei com essas coisas pequenas. É um processo lento, mas estou tentando me organizar pra ver a energia fluir..."

Este é parte de um mail recebido de uma cliente hoje e que foi devidamente autorizado a ser publicado aqui. Obrigada, E. !

Não posso negar que sinto uma satisfação enorme quando recebo um mail deste. Saber que meu trabalho e as dicas que coloco aqui no blog deixam a vida de alguém melhor, mais leve, mais feliz, mais positivamente qualquer coisa, me deixa imensamente realizada.

Mas mais satisfeita ainda eu fico quando percebo que meu filho, ainda que de maneira indireta, também assimila o aprendizado do que aplico diariamente em minha vida.

Há alguns dias, ele separou alguns filmes antigos, checou se eles tinham versão em inglês, e me disse: "Não preciso mais destes, mamãe. Vou dar para a Tara *, que é pequena e precisa aprender inglês. Acho que ela vai gostar."

É o conceito que sempre cito aqui através do exemplo do livro Arrume sua bagunça com o Feng Shui: se você não precisa mais, desapegue-se, faça a energia circular em sua vida e abra espaço para o novo acontecer.

Ai, que orgulho!

* Tara é a irmã de três anos de um amigo dele. Ela fala sérvio, só agora está começando no inglês e apesar de ser super séria considera meu filho um amigo mais velho e adora brincar com ele.



Domingo, Agosto 12, 2007

Sofrimento

Uma amiga minha de colégio perdeu a mãe recentemente, depois de alguns anos de uma doença sofrida. Nos falamos mais por mail já que ela mora na Dinamarca com marido e filhos e eu, no Canadá.

Escrevi estes dias para saber como estavam indo as coisas. Fui consolar e saí consolada. Esta minha amiga é de uma sabedoria, de uma placidez incrível. Eis parte da resposta dela:

"A cada dia aprendo uma nova lição e ultimamente tenho me prendido ao fato de que o drama na vida nada mais é do que uma pedra no sapato. Isso é, fazer uma avalanche, over-estimar um sentimento a respeito de um acontecimento que na verdade faz parte do normal. Choramos por nós, de fato, porque os que se foram cumpriram sua meta por aqui ou pelo menos esgotaram seu tempo, mas nós que ficamos temos a necessidade de chorar, às vezes, demasiadamente, por quem se foi, sem nos darmos conta que, na verdade, sentimos pena de nós mesmos.

Como já deveríamos ter aprendido, pensamentos negativos nos puxam para baixo, nos impedem de prosseguir e se estamos por aqui é porque ainda temos o que fazer. Mais tarde nos veremos de novo, numa nova aventura, numa nova vida."

Terça-feira, Junho 05, 2007

Novo vizinho


Dia 27 vou morar na terra do Caillou!


Sábado, Junho 02, 2007

Dor e crescimento

Mudar de país desperta uma série de reflexões e temores. Mas o apoio que tenho recebido tem sido incondicional. Às vezes chegam palavras surpreendentes como as que reproduzo aqui, parte do mail que minha concunhada, Simony, mandou ontem. Ela mora há quase quinze anos em Ohio. É casada com o irmão do meu marido e mãe de duas crianças.

"Vai doer muito, mas você vai descobrir partes em você que nem sabia que existiam.

A dor é só parte do crescimento! Depois você é outra, mais forte! Quando chegar aqui, não vai saber bem quem você é pois sua identidade, história, família ficaram para trás. Então, você mergulha dentro de si mesma e resolve o que vai colocar para fora e quem realmente quer ser."

Lembrei da história da Fênix, aquela que renasce das cinzas...



Terça-feira, Julho 18, 2006

Mais um pouquinho sobre desapego

Como coincidências não existem, recebi há pouco este texto de uma amiga cheia de luz.

Uma ioguina indiana, Dadi Janki, de 86 anos, foi considerada pelo Instituto de Pesquisa Médica e Científica da Universidade do Texas, como a "mente mais estável do mundo", porque mesmo testada em situações tensas e perigosas, seu eletroencefalograma marcou a presença constante de ondas delta, as ondas mais positivas e lentas produzidas pela atividade cerebral. Ela recebeu da ONU o título, muito raro de ser concedido, de Guardiã do Planeta, por seu trabalho em prol de mentes mais livres e pacíficas. Quando lhe perguntaram, em sua visita a São Paulo, a receita de uma mente tão tranquila e sem pesos, ela respondeu:

"Muito amor no coração por todos e nenhum apego por ninguém, tentar não prejudicar pessoa alguma minimamente e eliminar da mente qualquer pensamento negativo, fazendo um exercício diário e ter a certeza de que não estamos aqui à toa, mas para cumprir o destino da evolução. Que somos caminhantes, sem dependências ou estabilidades. Quem não percebe isso se torna escravo do desnecessário e polui a mente".

Historinha sobre desapego

Recebi ontem de uma amiga e acho que retrata bem a questão do desapego, seja de que ordem for.

A ILUSÃO


Conta-se que no século passado, um turista americano foi à cidade do Cairo, no Egito, com o objetivo de visitar um famoso sábio. O turista ficou surpreso ao ver que o sábio morava num quartinho muito simples e cheio de livros. As únicas peças de mobília eram uma cama, uma mesa e um banco.

- Onde estão seus móveis? perguntou o turista.

E o sábio, bem depressa olhou ao seu redor e perguntou também:

- E onde estão os seus...?

- Os meus ?! surpreendeu-se o turista. - Mas estou aqui só de passagem!

- Eu também... - concluiu o sábio. "A vida na Terra é somente uma passagem... No entanto, alguns vivem como se fossem ficar aqui eternamente, e esquecem de ser felizes."

_______________________________________________________________________________

Aproveite para reler este post aqui.

Segunda-feira, Janeiro 23, 2006

Acumulou? Tá sobrando? É hora de abrir mão


Com o passar do tempo, sinto que vou refinando minha capacidade de ouvir o que chega a mim, fazer a tradução destes sentimentos e chegar ao floral mais indicado. Ou a alguma dica que ajude a pessoa a lidar com a questão.

Então, quase sempre quando algum cliente chega a mim com a queixa de que alguma coisa na vida está atravancada, pergunto logo: costuma acumular coisas sem uso? Entope os armários com itens sem utilidade nenhuma? Sua bolsa é bagunçada? As gavetas estão fora de ordem? E a mesa de trabalho? E, pelo menos até o presente momento, todos eles confirmaram esta minha desconfiança.

Desde que li o livro
Arrume sua bagunça com o Feng Shui, de Karen Kingston, editora Pensamento, meu conceito sobre "acumular" mudou radicalmente.

Convenhamos: é difícil _ quase impossível _ abrir mão totalmente de nossa
memorablia. O primeiro sapatinho do seu filho. O papel em que ele escreveu pela primeira vez, com aquelas letrinhas tortas, a palavra mamãe. Ou aquele bilhetinho romântico do seu amor.

Mas, tem muita coisa que pode ir embora da sua casa e que _ juro _ depois você nem vai mais lembrar que guardou por tanto tempo.

O livro não se aprofunda na filosofia do feng shui, apesar do título. A autora explica e dá dicas muito interessantes e motivadoras para você dar fim à desordem na sua vida.

Segundo Karen, a bagunça é um obstáculo que precisa ser removido para que o progresso que você deseja para sua vida se realize.

E é incrível como eliminar a bagunça e o excesso abre espaço na sua vida para chegar o
NOVO. A cada vez que leio o livro e promovo uma faxina nas minhas coisas, grandes transformações acontecem na minha vida. Meus clientes também tiveram experiências incríveis.

Já li o livro três vezes. Na primeira, me desfiz de umas coisas meio que no automático. Na segunda, me livrei de mais acúmulo ainda. Inclusive objetos e recordações sem quais achava impossível viver sem. Na terceira vez, entendi profundamente o significado de abrir mão do excesso. E, olha, é um alívio !

Não me resta a menor dúvida. Com o fardo mais leve, é bem mais fácil caminhar pela vida.

E, o melhor, as portas deste caminho se abrem com muito mais facilidade.

Leia depoimentos de alguns dos meus clientes que leram o livro:

Segunda-feira, Dezembro 19, 2005

Desapego

Texto de uns dois meses atrás, mas muito adequado ao momento.
Natal, fim de ano, recomeçar. Tempo de abrir mão do que não serve mais.

_____________________________________________________________________________________

Recebi há poucos dias o mais recente exemplar de uma revista que assino, especializada em terapia floral. Ela trazia um texto sobre o desapego, que me provocou algumas reflexões pois muitos pacientes meus abordam constantemente a dificuldade em conquistar coisas novas em suas vidas: empregos, amores, amizades, viagens e afins.

E o que é o apego? É a tentativa de reter o que está a nossa volta. Muitas vezes nos apegamos a um sem fim de coisas como se isto fosse possível preservá-las para sempre. Relacionamentos, bens materiais e idéias. E, quanto mais apego sentimos a qualquer uma dessas coisas, mais vulveráveis ficamos ao ciúmes, à mágoa, ao medo da perdas. E, então, vem o sofrimento...

É preciso coragem para aliviar a bagagem que carregamos ao longo da vida. Seja ela de
bens materias que já não usamos mais como também de crenças e pensamentos cristalizados ou obsoletos.

E, se o antigo não serve mais, como abrir espaço para o novo? Abrindo mão do que pode ir embora sem deixar saudades. Tenha sempre em mente que que algo melhor para nosso crescimento espiritual precisa entrar. E se não abrimos mão do velho, como pode haver espaço para o novo?

Por isso, o exercício do compartilhar é tão importante. Ainda mais no mundo de hoje em que imperam o egoísmo e o individualismo.

Compartilhar não é deixar de ter. Podemos compartilhar livros que estão empoeirando nas estantes, roupas que não usamos mais, objetos sem valores estocados nos armários de nossas casas.

Mas, o melhor mesmo é compartilhar o amor. Porque, no que diz respeito ao amor _ ao verdadeiro amor _ ele não é subtraído quando o damos aos outros. O amor compartilhado não diminiu mas aumenta os laços afetivos a nossa volta.

Praticar o desapego é acreditar que o que se possui verdadeiramente nunca se perde, sempre está aqui e, quando compartilhado, aumenta, não diminui.