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Quarta-feira, Abril 29, 2009

Desinfetante caseiro

Para quem gosta de manter distância de produtos de limpeza doméstica que, com raras exceções, são poluentes da natureza, eis uma opção caseira e ecológica, dica da Bons Fluidos de dezembro.

Quinta-feira, Janeiro 29, 2009

Sem desperdício e com saúde

Esta dica eu aprendi com a Karin, do Orgônio, uma amiga virtual que divide comigo o amor e o prazer pelas coisas naturais, pela escrita e pelo filho. Não exatamente nesta ordem.

Está com vários restinhos de legumes na geladeira e não quer desperdiçar? Misture eles com ovo e algum tipo de farinha ou cereal para dar liga, faça bolinhos com a mão e coloque numa travessa untada. Leve ao forno até ficar moreninho.

É isto mesmo. Simples assim. E fica uma delícia. Crocante por fora e molhadinho por dentro.

Este da foto eu fiz com abobrinha, cenoura ralada, farinha de rosca e aveia. Vale é a criatividade. Karin sugere também quinua em flocos, farinha de linhaça, gergelim, castanhas. Aqui em casa foir aprovado por unanimidade!

Sábado, Outubro 04, 2008

Verde

Pesquisadores da Texas State University, em San Marcos, no Texas, descobriram que as pessoas que tinham uma plantinha em seu escritório classificaram-se como mais satisfeitas com a vida e com o trabalho do que aquelas que não as tinham.

Dica simples demais para uma qualidade de vida melhor!

Sexta-feira, Setembro 12, 2008

Entrevista com Sonia Hirsch

Recentemente comentei aqui sobre o livro Prato Feito (Editora CorreCotia), de Sonia Hirsch. Depois de experimentar com sucesso (e sabor!) algumas das receitas do livro, escrevi para a autora. Eu queria compartilhar aqui um pouco mais do conhecimento dela sobre o assunto.

Com quase vinte livros publicados sobre culinária natural, saúde e alimentação, Sonia também é jornalista, pesquisadora e escreve uma coluna mensal para a revista Bons Fluidos (Editora Abril).

Quem são os principais aliados e vilões na alimentação?
Aliados: vegetais frescos e folhas verdes, boa mastigação, autoconhecimento, água pura ao longo do dia e fora das refeições.
Vilões: açúcar, massas, pão _mesmo integral_, pastéis, bolo, biscoito, frituras, empadinhas, salgadinhos, fast-food em geral, leite e produtos lácteos não fermentados; mastigar mal, comer depressa, comer demais. Este último é o grande vilão.

Quando você optou pela alimentação natural, em 1976, o que despertou sua atenção para isso?
Eu trabalhava na Rio Gráfica, que foi outra ótima escola e uma época muito boa. Lá trabalhei na divisão de quadrinhos e reeditei o Gibi Semanal, uma coletânea das melhores histórias de todos os tempos. Enfim, eram quase 30 revistas mensais, uma delícia. Nessa época, por causa de um projeto, conheci Luli e Lucina (cantoras), que faziam alimentação natural. Fui passar um fim-de-semana com elas e aprendi a fazer arroz integral e a comer bem sem ter carne no meio do prato.

E o que te fez, depois de ser macrô e vegetariana por mais ou menos 10 anos, voltar a inserir no seu cardápio, itens como a carne vermelha?
A energia do que eu estava comendo não era suficiente para o bom funcionamento desse conjunto corpo/mente/emoções/relacionamentos/disposição física/trabalho/casa/bichos etc, que é a vida. Foi João Curvo, meu médico e querido amigo há muitos anos, que me estimulou a comer carne, especialmente de porco, camarão e bife mal passado. Fiquei chocada, porque sempre acreditei que podia ser mais pra vegetariana, comendo peixe e ovos só de vez em quando e evitando laticínios (adoro, mas fico toda entupida). Ao me receitar carne, ele queria colocar mais energia circulando - ainda que emprestada do boi.

O que mudou no meu cardápio foi que cresceu a proteína animal e caiu a 20% o carboidrato, quase sempre integral. Eu como um pouquinho de tudo. Com qualidade, procedência, seletividade os anos de estudo e pesquisa me obrigam a ter. Procuro carnes orgânicas. São mais caras, mas é bom porque aí se consome menos. Basta um pouquinho por dia. Carnes têm uma grande concentração de energia, que se expressa de alguma forma pela abundância de nutrientes. Colocar um pedaço de boi para dentro me empresta literalmente energia animal de efeito rápido.

Como é relação comida-saúde?
De quem? Mas, em geral é muito clara: quem come mal, adoece mais. Se você observar o que come pensando em saúde vai começar a entender o funcionamento do estômago, do intestino, a cor da urina, o suor e outros sinais que o corpo dá. Há exceções, quando são pessoas muito fortes, bem estruturadas, geralmente de orelhas grandes e bem feitas, que comem de tudo sem cuidado e nunca passam mal.

Vc acredita e consome produtos orgânicos?
Claro.


Segunda-feira, Agosto 18, 2008

O buquê que vai pra dentro

Foram 45 dias de férias. E de comilança. Após um ano tendo que me virar na cozinha, nada melhor do que me esbaldar com os quitutes alheios. E me fartei de tudo. Inclusive dos excessos que nada fazem bem à saúde, como as frituras.

Além de ganhar três quilos, percebi que minha barriga inchou e que alguns incômodos estomacais se faziam presentes de vez em quando.

Comecei a planejar, então, as mudanças alimentares para a volta. Pesquisei na rede lguns livros de receita sobre uma culinária mais natural.
Afinal, o que a gente come tem o poder transformador. E, bom ou ruim, vai aparecer em algum lugar. Caí em vários títulos da jornalista Sônia Hirsch. Autora de diversos livros sobre o assunto, ela enfoca a questão de saúde mas também relaciona comida com prazer e criatividade. Excelente.

Na dúvida, escrevi para ela (viva o mundo virtual!) perguntando qual o melhor para uma principiante. Prontamente veio sua sugestão por e-mail: Prato Feito, editora CorreCotia. Diversas receitinhas mais do que simples, com muito uso de vegetais, frutas, tofu, arroz integral, aveia. Já fiz algumas e aprovei totalmente.

De volta a Toronto, passei a priorizar a compra de alimentos orgânicos (leia mais em Ao menos uma vez por semana). E voltei a frequentar minha feirinha no parque, sempre acompanhada da minha inseparável ECOBAG.

Como diz a Sônia na abertura do livro: o prato de comida é o buquê que vai pra dentro. Que seja, então, bem colhido, bem preparado e, de preferência, muitíssimo bem apreciado.

Segunda-feira, Março 10, 2008

Os meninos dos dedos verdes

Acho mesmo muito bacanas as pessoas que fazem a sua parte para contribuir com o meio-ambiente.

Minha amiga Flávia Leite e seu marido italiano, Dario, são antenados e consomem ao máximo que podem produtos biológicos, do macarrão, passando pelo papel higiênico e indo até sabão em pó.


Como se não bastasse, os dois, em sociedade com mais cinco amigos, plantaram uma horta biológica perto de casa, em San Cesareo, Roma.

"No começo, eu não acreditava muito nesta coisa até começar a comer os legumes biológicos, que são realmente mais saborosos que os comprados em supermercados! ", diz Flávia.

A horta tem 500 metros quadrados e foi feita a partir de um terreno abandonado. Eles mesmos limparam a área, prepararam a terra, plantaram as sementes biológicas e agora estão colhendo, literalmente, o resultado. Três tipos diferentes de tomates, abobrinhas, pimentões, manjericão, berinjela, orégano, salvia, hortelã, vagem, uva, azeitonas e cerejas.

"Non si può capire, senza averlo fatto, quanta grande
può essere la gioia di vedere la natura svilupparsi e crescere per darci di che sopravvivere” , conta Dario e Flávia traduz: não se consegue entender, sem antes fazer, o quanto é grande a alegria de ver a natureza se desenvolver e crescer para prover nossa sobrevivência.

E esta horta é só o começo. Na verdade, Dario tem planos para criar uma vila ecológica, onde se mora e se produz tudo aquilo que comem. Grande rapaz.


Quarta-feira, Fevereiro 13, 2008

Um pouco do Canadá

Post especial para quem sempre me pede notícias do mundo de cá.
À esquerda, foto temática. Tulipas. As primeiras que comprei na vida. Lindas, lindas, lindas. Levei para a mãe de um amigo do meu filho que nos convidou para um lanche no último domingo. Comida típica sérvia.

As outras duas foram tiradas com menos de duas horas de diferença, da varanda da nossa sala. Na primeira, ao fundo, dá para ver a famosa CN Tower, a mais alta torre do mundo. A promessa de um dia lindo, que começou com este céu rosa, transformou-se em quase doze horas de tempestade de neve. Haja chocolate quente!

Segunda-feira, Agosto 20, 2007

Não esqueça a sacolinha!

A proposta do blog é a de dar dicas para um dia-a-dia mais harmonioso. Por isso, há dois anos, venho deixando por aqui maneiras da pessoa relaxar dentro de casa. Florais, pontos de massagem, chás, aromas, arrumações.

Mas, o que será de nosso conforto caseiro se o mundo lá fora estiver o caos? Contribuir com a natureza e o meio-ambiente é contribuir para bem-estar de todo o planeta!

A dica aqui não é novidade mas é atual: leve sempre sua sacolinha para as compras!

No Rio, eu já havia adotado a prática de carregar minha própria ECOBAG quando ia andar pelo bairro fazendo compras pequenas de farmácia, supermercado, papelaria, etc... Achava graça do ar de espanto das pessoas dos caixas quando eu recusava uma sacola de plástico e colocava tudo dentro da minha de fibras naturais.

Aqui em Toronto, este hábito é bem comum. Inclusive, muitas das lojas e supermercados vendem estas sacolas por preços bem baratinhos.

Compramos uma (foto) assim que chegamos, CDN $ 0.99! É feita com 85% de plástico reciclado e resistente o suficiente para mais de cinquenta vezes de uso. Com uma destas, dá para evitar que cem sacos plásticos acabem no lixo anualmente.

Como gosto de ressaltar sempre: um gesto simples (outra proposta do blog) mas de alcance enorme.

Da próxima vez que for às compras, não esqueça a sacolinha!

Terça-feira, Julho 10, 2007

Flores cariocas

  • Uma amiga minha, passeando pelo Jardim Botânico, no Rio, clicou uma explosão de flores em cores e, sabendo do meu amor por elas, me mandou esses instantâneos.
  • A Monica, aliás, tem um belo trabalho de fotos que retratam o Rio de Janeiro e que foi parar no Zazzle, um site americano que disponibiliza as imagens para venda e sugere que as mesmas se transformem em objetos para uso próprio ou presente. Um primor!



Domingo, Maio 06, 2007

O detalhe que faz a diferença


Comprei ontem pro meu filho uma blusa linda da Sementeira, grife de roupas para yoga, que tem também uma linha infantil fofíssima.

Escolhi o modelo com a pomba da paz e os dizeres: eu vou torcer pela paz, pela alegria, pelo amor, eu vou torcer. Enfim, tudo que a gente deseja pro futuro de um filho.



Quando fui vestir nele hoje, fiquei encantada ao descobrir junto da etiqueta uma arvorezinha de papel (certamente reciclado). Ao ser aberta, a árvore tem sementinhas de Freijó e as dicas de como plantá-las. Sensacional! Meu filho amou e já faz planos de cultivá-las em seu quintal no Canadá. Que ele possa realizar este sonho!

A idéia é uma parceria mais do que acertada entre a Sementeira e o Clube da Semente do Brasil.

É ou não é um detalhe que faz toda a diferença?!